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Benjamin Netanyahu Promete Retaliação Após Ataque de Míssil Próximo a Tel Aviv

Israel promete resposta ao Irã
Foto Benjamin Netanyahu / Reprodução: BandNews TV

 

No dia 4 de maio de 2025, um ataque com míssil lançado do Iémen atingiu a região próxima ao Aeroporto Internacional Ben Gurion, em Tel Aviv, Israel. O grupo rebelde Houthi reivindicou a autoria do ataque, alegando solidariedade aos palestinos da Faixa de Gaza e denunciando o que chamaram de “genocídio” israelense. O míssil, de acordo com os Houthis, foi hipersônico e conseguiu contornar os sistemas de defesa israelenses, incluindo o Iron Dome e o THAAD dos EUA. O impacto causou um grande cratera e danos a veículos, mas felizmente não resultou em vítimas fatais.

 

O ataque provocou pânico entre os passageiros, com vários voos cancelados e outros redirecionados. Companhias aéreas como British Airways, Lufthansa e Air France suspenderam temporariamente suas operações para Tel Aviv. O aeroporto foi fechado por algumas horas, interrompendo significativamente o tráfego aéreo.

 

Em resposta, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu uma retaliação decisiva contra os Houthis e seus aliados iranianos. Ele afirmou que Israel responderia “no momento e local de nossa escolha”, destacando a responsabilidade do Irã no apoio aos rebeldes. O ministro da Defesa, Yoav Gallant, reforçou que qualquer ataque contra cidadãos israelenses seria respondido com força proporcional.

 

O ataque dos Houthis é parte de uma série de ações militares contra Israel desde o início do conflito com o Hamas em outubro de 2023. Os Houthis, apoiados pelo Irã, têm intensificado seus ataques, incluindo lançamentos de mísseis e drones, visando alvos israelenses e aliados. Além disso, têm realizado operações no Mar Vermelho, afetando a navegação internacional.

 

Em retaliação, Israel lançou uma série de ataques aéreos em alvos no Iémen, incluindo o aeroporto de Sanaa e instalações portuárias em Hodeidah e Ras Issa. Esses ataques resultaram em mortes e ferimentos, incluindo um membro da tripulação da Organização Mundial da Saúde (OMS). O governo de Teerã condenou as ações israelenses, considerando-as uma violação da paz e segurança internacionais.

 

A situação permanece tensa, com o governo israelense mobilizando reservistas e preparando-se para uma possível ofensiva em Gaza, visando enfraquecer o Hamas e libertar reféns. O conflito também tem gerado preocupações humanitárias, com milhares de mortos e deslocados.

 

A comunidade internacional acompanha de perto os desdobramentos, com chamadas para a desescalada e negociações diplomáticas. No entanto, as perspectivas de uma resolução pacífica permanecem incertas, à medida que as tensões regionais continuam a escalar.

 

Editor Sucesso