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Justiça francesa pode condenar assaltantes de Kim Kardashian a até 10 anos de prisão

Foto:: Leo Vignal/AFP/ Reprodução

O caso do assalto milionário sofrido por Kim Kardashian em Paris, em 2016, caminha para seu desfecho na Justiça francesa. Nesta semana, o Ministério Público da França solicitou penas de até 10 anos de reclusão para os acusados de participar do crime, considerado um dos mais audaciosos já registrados na capital francesa.

Entre os réus está Aomar Aït Khedache, apontado como o principal articulador da ação. Em julgamento, ele se apresentou fragilizado e assumiu envolvimento na operação criminosa, embora tenha negado ter sido o chefe do grupo. Em meio à audiência, chegou a se desculpar de forma incomum, afirmando: “Se dormi, peço perdão”, em referência à sua aparente sonolência durante o processo. Segundo sua defesa, o comportamento foi causado pelo uso de medicamentos.

Na madrugada de 3 de outubro de 2016, Kim Kardashian foi feita refém por homens armados que se passaram por policiais e invadiram sua residência de luxo, durante a Paris Fashion Week. A quadrilha levou joias avaliadas em aproximadamente R$ 56 milhões, incluindo um anel com diamante de 20 quilates. O episódio teve repercussão internacional e abalou o sentimento de segurança na capital francesa.

O julgamento dos envolvidos ainda está em curso. Os acusados respondem por crimes como roubo agravado, sequestro e porte ilegal de arma. Além de Khedache, outros suspeitos estão sendo julgados, e as penas requeridas variam conforme o grau de responsabilidade de cada um no crime.

A sentença definitiva deve ser anunciada nos próximos dias, e pode marcar um momento decisivo no combate a crimes de alto impacto envolvendo celebridades internacionais.

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