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Parentes e Amigos de Juliana Marins se Despedem da Publicitária Nesta Sexta-Feira (04)

Parentes e Amigos de Juliana Marins se Despedem da Publicitária Nesta Sexta
Juliana Marins Imagem Reprodução Redes Sociais

Em um momento de profunda tristeza e reflexão, amigos e familiares se reúnem nesta sexta-feira, 4 de julho, para se despedir da publicitária Juliana Marins, que faleceu tragicamente na Indonésia. O corpo da jovem, que foi encontrado após uma queda em uma trilha do vulcão Rinjani, chegou ao Brasil na terça-feira, 1º de julho, e será cremado no Cemitério Parque da Colina, em Pendotiba, Niterói, cidade onde Juliana residia.

 

Cerimônia de Despedida

O velório será realizado em duas etapas. Das 10h às 12h, o público terá a oportunidade de prestar suas últimas homenagens à publicitária, que deixou um legado de amizade e dedicação. Após esse período, das 12h30 até as 15h, o acesso ao local será restrito a familiares e amigos próximos, garantindo um momento mais íntimo de despedida.

 

A morte de Juliana, que ocorreu há dez dias, chocou a todos que a conheciam. O corpo da jovem foi resgatado quatro dias após o acidente, o que gerou uma série de procedimentos legais e investigações. A Defensoria Pública da União, preocupada com as circunstâncias em que a autópsia foi realizada na Indonésia, solicitou à Justiça Federal uma nova autópsia em território nacional, a qual foi concluída na quarta-feira, 2 de julho. O laudo preliminar deverá ser entregue em até sete dias.

 

Autorização para Cremação

Na quinta-feira, 3 de julho, a Justiça autorizou a cremação de Juliana, após um pedido apresentado pela Defensoria Pública. A decisão foi assinada pelo juiz Alessandro Oliveira Felix, da Vara de Registros Públicos da Capital, e atendeu à solicitação da irmã da vítima, Mariana de Souza Pereira Marins. O defensor público Marcos Paulo Dutra Santos, coordenador do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos, explicou que a documentação necessária para a cremação foi reunida rapidamente, permitindo que o desejo de Juliana fosse respeitado.

A cremação era uma vontade expressa por Juliana, e sua família enfatiza que esse ato é uma forma de preservar a dignidade da jovem, que, segundo eles, foi negligenciada pelas autoridades indonésias. “O direito à dignidade humana compreende o direito ao luto”, afirmou o defensor público, ressaltando a importância de respeitar os desejos da falecida e garantir que sua memória seja honrada de maneira adequada.

 

Neste dia de despedida, amigos e familiares se unem para celebrar a vida de Juliana Marins, lembrando-se de suas conquistas, sorrisos e da luz que trouxe à vida de todos ao seu redor.

Editor Sucesso