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Chile e Arábia Saudita suspendem restrições à carne de frango brasileira

Chile e Arábia Saudita suspendem restrições à carne de frango brasileira
Foto: Canva/Creative Commons

Total de países que voltaram a importar o produto chega a 41

O Ministério da Agricultura e Pecuária confirmou nesta segunda-feira (25) que o Chile e a Arábia Saudita suspenderam as restrições temporárias à importação de carne de frango do Brasil. As medidas haviam sido adotadas após a confirmação de um foco de gripe aviária em uma granja comercial localizada em Montenegro (RS), no mês de maio.

Segundo o ministério, os países voltaram atrás nas proibições após o Brasil declarar-se livre da doença no dia 18 de junho, data que marcou o fim do período de monitoramento de 28 dias sem novos registros da gripe aviária e a completa desinfecção do local afetado.

Além de Chile e Arábia Saudita — que figuram entre os principais mercados consumidores da proteína brasileira — Namíbia e Macedônia do Norte também reabriram seus mercados à carne de frango nacional.

Com a decisão desses quatro países, o número de nações que já suspenderam o embargo chega a 41.

Países que ainda mantêm restrições

Apesar do avanço nas negociações sanitárias, alguns destinos estratégicos ainda mantêm restrições à carne de frango brasileira. Estão na lista:

  • China

  • União Europeia

  • Canadá

  • Malásia

  • Paquistão

  • Timor-Leste

As autoridades brasileiras continuam em diálogo com esses parceiros comerciais, buscando demonstrar que o surto foi pontual, controlado com eficiência e que o país mantém altos padrões sanitários no setor avícola.

Brasil: líder mundial na exportação de carne de frango

O Brasil é o maior exportador de carne de frango do mundo, com embarques regulares para mais de 150 países. Segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o setor representa uma parte significativa da balança comercial brasileira e emprega milhares de pessoas em toda a cadeia produtiva.

O rápido controle do foco de gripe aviária e a retomada gradual dos mercados reforçam a confiança internacional na segurança sanitária e na qualidade da produção avícola brasileira.

Editor Sucesso