O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) exonerou Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como “Marcola”, do cargo de chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República. A saída ocorre em um momento de reorganização da equipe que deverá atuar na campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores. Marco Aurélio deixou o Palácio do Planalto para integrar a estrutura da campanha petista e deverá atuar na organização da agenda do presidente durante o período eleitoral. Ele volta a trabalhar ao lado de Gilberto Carvalho, antigo colaborador de Lula e figura próxima ao presidente, em uma função semelhante à desempenhada durante a campanha de 2022.
A mudança foi publicada no Diário Oficial da União e faz parte de uma movimentação mais ampla dentro do governo, com a saída de integrantes de áreas estratégicas para reforçar o grupo responsável pela preparação da disputa eleitoral. Além de Marco Aurélio, o publicitário Tiago César dos Santos, que ocupava o cargo de secretário-executivo da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), também deixou o governo para atuar na campanha.
Segundo informações divulgadas, a equipe de campanha deve concentrar esforços em áreas como organização de agenda, comunicação, articulação política e planejamento das atividades eleitorais. A ampliação do grupo ocorre durante a fase de preparação para as eleições, quando partidos começam a estruturar suas estratégias e equipes.
Marco Aurélio Santana Ribeiro era considerado um dos principais auxiliares do presidente dentro do Palácio do Planalto, sendo responsável por atividades ligadas ao gabinete pessoal de Lula. Sua saída representa uma alteração no núcleo de apoio direto ao presidente, enquanto o governo realiza ajustes para substituir os cargos deixados pelos integrantes que passam a atuar na campanha.
Além das mudanças na equipe, aliados do presidente trabalham na montagem da estrutura eleitoral, envolvendo profissionais das áreas de comunicação, logística e articulação. A estratégia busca organizar a participação de Lula nos compromissos políticos e eleitorais, respeitando as regras estabelecidas para o período de campanha. A saída de integrantes do governo para atuar em campanhas eleitorais é uma prática comum em períodos próximos às eleições, quando partidos reforçam seus times com pessoas que já possuem experiência na coordenação política e na comunicação. No caso do PT, as mudanças indicam uma preparação antecipada da equipe que acompanhará Lula na disputa pela reeleição.





