Uma pesquisa nacional do Instituto Veritá, divulgada em 17 de outubro de 2026, aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais. Segundo o levantamento, Flávio aparece com 51,1% dos votos válidos, enquanto Lula registra 48,9%.
A diferença entre os candidatos é de 2,2 pontos percentuais, indicando um cenário de forte disputa na reta final da campanha eleitoral. A votação do segundo turno está marcada para o dia 25 de outubro, e os números divulgados pelo instituto aumentam a atenção sobre os movimentos das candidaturas nos últimos dias antes da decisão nas urnas.
O levantamento ouviu 15.554 eleitores em todo o país, entre os dias 12 e 16 de outubro. A pesquisa tem margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O estudo foi realizado com recursos próprios do instituto e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01107/2026.
Embora o resultado indique vantagem numérica para Flávio Bolsonaro, a pesquisa representa apenas um retrato das intenções de voto no período em que as entrevistas foram realizadas. O resultado oficial dependerá da votação dos eleitores e da apuração conduzida pela Justiça Eleitoral.
De acordo com os números divulgados, Flávio Bolsonaro tem 51,1% dos votos válidos, enquanto Lula soma 48,9%. Esse recorte considera apenas os votos destinados aos candidatos, excluindo os votos brancos e nulos.
A diferença de 2,2 pontos percentuais coloca os dois presidenciáveis em uma disputa competitiva, na qual a mobilização dos eleitores e a capacidade de conquistar novos apoios podem desempenhar um papel importante.
As pesquisas eleitorais são utilizadas para acompanhar as tendências da disputa e identificar mudanças na preferência do eleitorado. No entanto, os percentuais não representam uma garantia do resultado final, pois as intenções de voto podem sofrer alterações até o dia da eleição.
O número de entrevistados é um dos dados relevantes do estudo. Ao todo, 15.554 eleitores participaram da pesquisa, realizada em diferentes regiões do Brasil entre 12 e 16 de outubro.
A margem de erro de um ponto percentual indica a variação estatística estimada informada pelo instituto. O nível de confiança de 95% também integra os parâmetros utilizados para avaliar a precisão do levantamento.
Esses indicadores, contudo, não eliminam todas as incertezas das pesquisas de opinião. Fatores como mudanças de preferência, participação eleitoral e diferenças entre as respostas declaradas e o comportamento efetivo nas urnas podem influenciar o resultado.
Por isso, os dados devem ser interpretados considerando a metodologia e o período da coleta, sem serem tratados como uma previsão definitiva da eleição.
A disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro ocorre em um ambiente de forte polarização política. Os dois candidatos procuram consolidar suas bases de apoio e conquistar eleitores que ainda não definiram sua escolha.
Durante a campanha, temas como economia, segurança pública, saúde, educação, geração de empregos e políticas sociais ocupam espaço nas discussões. As propostas apresentadas para essas áreas podem influenciar a decisão dos eleitores, especialmente daqueles que ainda avaliam qual projeto consideram mais adequado para o país.
Os debates e as entrevistas também se tornam oportunidades para os candidatos responderem a críticas, explicarem suas posições e apresentarem suas prioridades para um eventual mandato.
Com a aproximação da votação, as equipes de campanha intensificam as ações de mobilização e comunicação, enquanto os eleitores acompanham as informações divulgadas pelos institutos de pesquisa e pelos veículos de imprensa.
A pesquisa Veritá oferece um panorama da disputa presidencial em meados de outubro, mas não determina quem será eleito. Mesmo com a vantagem numérica registrada no levantamento, Flávio Bolsonaro ainda depende do resultado da votação para confirmar sua vitória.
Da mesma forma, os números de Lula mostram que a disputa continua aberta à avaliação dos eleitores até o dia da eleição.
A comparação entre diferentes pesquisas pode ajudar a compreender o cenário eleitoral, desde que sejam consideradas as datas, as metodologias, as margens de erro e as características de cada levantamento.
O segundo turno será decisivo para definir quem comandará o governo federal nos próximos quatro anos. Até lá, a expectativa é de continuidade da disputa política, com novas declarações, debates e tentativas de ampliar o apoio popular.
Para os eleitores, acompanhar informações verificadas e distinguir intenções de voto de resultados oficiais é fundamental para compreender o cenário. A decisão final caberá à população, por meio do voto, e será confirmada pela apuração da Justiça Eleitoral.





