Nesta segunda-feira, 28 de julho de 2025, o Governo de Goiás realizará o tradicional ato simbólico de transferência da capital estadual para a Cidade de Goiás, antiga Vila Boa. A cerimônia está marcada para as 17h30, em frente ao histórico Palácio Conde dos Arcos, onde os três poderes — Executivo, Legislativo e Judiciário — serão oficialmente instalados durante o evento.
A celebração ocorre em homenagem ao aniversário da antiga capital, cuja fundação completa mais de 295 anos, e reforça a importância cultural, histórica e simbólica do município, tombado pela UNESCO como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade. A mudança simbólica, instituída por decreto estadual em 2022, retoma uma tradição interrompida pela pandemia em 2021 e reafirma-se como uma forma de fortalecer a identidade histórica de Goiás.
Detalhes do evento
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O governador Ronaldo Caiado será o principal responsável pelo ato, acompanhado da primeira-dama Gracinha Caiado e do vice-governador Daniel Vilela, que também visita atividades como inaugurações e homenagens na parte da manhã.
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Antes da solenidade principal, será entregue a Comenda da Ordem do Mérito Anhanguera, a mais alta honraria do estado, e lançados projetos ligados ao turismo religioso, patrimônio e educação .
Contexto e significado
A Cidade de Goiás foi capital estadual entre 1744 e 1937, até a transferência definitiva para Goiânia em função de interesses administrativos e de desenvolvimento urbano. O ato simbólico de hoje segue a tradição iniciada em 1983, perpetuada por governadores como Iris Rezende, tendo sido retomado em 2022 com base na lei estadual aprovada em 2024 .
O evento também reflete uma valorização da memória coletiva e da autoestima regional. A presença de autoridades reforça a ideia de que o gesto vai além do protocolo — é um resgate de identidade e um reconhecimento do papel histórico da Cidade de Goiás como berço do estado.
Por que isso importa?
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Resgate histórico: preserva a memória da capital original e reforça a importância cultural da antiga Vila Boa.
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Conexão simbólica: aproxima a população jovem à origem do estado e fortalece o sentimento de pertencimento.
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Desenvolvimento local: a cerimônia impulsiona o turismo histórico e religiões, gerando visibilidade e investimentos regionais.
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Continuidade administrativa: mesmo em caráter simbólico, a transferência reúne todos os poderes e demonstra respeito às tradições institucionais.
O momento reforça que, para além das formalidades oficiais, gestos simbólicos como este têm um papel significativo na valorização da história regional e na construção de uma narrativa que une passado, identidade e cultura.





