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Em audiência pública sobre Ipasgo, deputado Gustavo Sebba lamenta ausência do presidente da instituição

Divulgação Alego - Hellen Reis

O deputado Gustavo Sebba (PSDB) realizou na tarde desta terça-feira, 11, audiência pública com entidades jurídicas, da saúde e usuários do Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo) para debater denúncias de irregularidades nas questões referentes ao Instituto, após a troca na empresa de faturamento. Entretanto, o presidente do Ipasgo, Vinicius Luz, não esteve presente e deixou frustrado o parlamentar e quem buscou o evento para esclarecimentos.

Assim que abriu os debates, Sebba foi categórico ao lamentar a ausência do presidente do Ipasgo. “De uma forma desrespeitosa, ele não está aqui presente. Em um momento importante, em que devíamos trabalhar de forma conjunta, para resolver os problemas da saúde, em especial para os servidores públicos e prestadores de serviço”. Na avaliação do deputado, o Vinicius Luz poderia ter designado um representante, assim que tomou ciência de que não conseguira participar da audiência.

Em nota à Comissão de Saúde, o Ipasgo declarou que a Assembleia Legislativa não constitui foro técnico para tratar de questões operacionais e administrativas específicas do instituto e que essas questões estão sendo conduzidas diretamente com prestados e entidades representativas, em ambiente apropriado. A resposta foi lida por Gustavo Sebba ainda no início do encontro.

Em contrapartida, Sebba defendeu que o parlamento tem legitimidade para discutir o tema ao reforçar o papel representativo da Alego. Além disso, ele advertiu que o caso pode abrir margem para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). “O senhor foi, inicialmente, convidado. Não foi uma convocação. Mas pode se tornar uma convocação, inclusive uma CPI com força de lei onde a própria polícia legislativa pode ir buscar o presidente do Ipasgo para ele vir aqui depor”, afirmou.

Segundo Sebba, desde as adequações ocorridas no regime jurídico do Ipasgo com a Lei Estadual nº 21.880, é comum denúncias na piora no serviço, como dificuldade dos usuários em agendar consultas, exames ou a realizar procedimentos de urgência.

 

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