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Documentário sobre Jair Bolsonaro estreia nos cinemas com baixa presença de público e foco na trajetória política do ex-presidente

Documentário sobre Jair Bolsonaro estreia nos cinemas com baixa presença de público e foco na trajetória política do ex-presidente
Imagem da Internet/Reprodução

O documentário “A Colisão dos Destinos”, que retrata a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, estreou nos cinemas no dia 14 de maio de 2026, em diferentes estados do país, mas teve uma recepção discreta nas salas de exibição, segundo relatos de sessões com baixa presença de público. A produção apresenta uma narrativa centrada na ascensão política de Bolsonaro, desde sua origem no Exército até a chegada à Presidência da República, utilizando depoimentos de aliados, familiares e figuras próximas ao ex-presidente. O filme destaca episódios da vida pública do político e busca construir uma versão considerada mais positiva de sua trajetória.

De acordo com informações da cobertura jornalística, o documentário prioriza a visão de apoiadores políticos e não inclui a participação de Michelle Bolsonaro entre os entrevistados, apesar de sua relevância na vida pessoal e política do ex-presidente. A ausência chama atenção dentro da construção narrativa da obra. Outro ponto apontado na cobertura é a ausência de temas políticos controversos recentes. O filme não aborda a derrota eleitoral de 2022 nem menciona investigações e acusações relacionadas à tentativa de golpe de Estado, concentrando-se em eventos anteriores e na trajetória de superação política do ex-presidente.

A produção conta com roteiro assinado por Doriel Francisco e William Alves, enquanto o argumento é atribuído ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro e ao ex-secretário de Cultura Mario Frias. O lançamento ocorreu simultaneamente em diversos estados brasileiros, com exibições planejadas para alcançar diferentes regiões do país. O documentário também foi divulgado em meio a um contexto político e midiático de grande atenção em torno de produções audiovisuais relacionadas à família Bolsonaro, ampliando o debate público sobre o uso do cinema como ferramenta de narrativa política.

Ana Carolina