Astrônomos da NASA confirmam que o eclipse solar total mais longo da história acontecerá em 16 de julho de 2186, com duração prevista de 7 minutos e 29 segundos. Trata-se de um fenômeno raríssimo, superando todos os eclipses totais já registrados e se aproximando do limite teórico máximo possível.
Por que esse eclipse será tão longo?
A duração excepcional resulta da combinação de três fatores astronômicos específicos:
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A Terra estará em afélio, isto é, no ponto mais afastado do Sol na sua órbita, fazendo com que o Sol pareça menor.
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A Lua se encontrará em perigeu, o ponto mais próximo da Terra, aparecendo maior no céu.
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O fenômeno acontecerá próximo ao equador, onde a rotação terrestre contribui para prolongar a totalidade.
Onde será visível em sua totalidade?
A chamada faixa de totalidade – a região onde o eclipse será completo – abrangerá áreas do norte da América do Sul, como:
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Colômbia
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Venezuela
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Guiana
Nestes locais, o dia se tornará brevemente noite, com o Sol totalmente encoberto pela Lua.
Embora o evento histórico seja excitante, o Brasil verá apenas um eclipse parcial, ou seja, parte do Sol será encoberta, mas não haverá escurecimento total.
Eclipses solares: frequência e curiosidades
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Eclipses totais ocorrem em média a cada 18 meses em algum ponto da Terra.
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A duração típica de um eclipse total varia entre poucos segundos e cerca de 7 minutos.
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O fenômeno de 2186 é extraordinário por estar tão próximo do limite estimado (7 minutos e 32 segundos).
O país poderá observar eclipses solares parciais ao longo das próximas décadas; no entanto, o próximo eclipse total visível no Brasil só ocorrerá em 2045, mesmo assim de maneira parcial.





