Um incêndio de grande porte atingiu, na manhã de ontem (13/08), uma empresa localizada no Polo Agroindustrial de Senador Canedo, na Região Metropolitana de Goiânia. O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) foi acionado por volta das 11h para atender a ocorrência, que mobilizou diversas equipes e exigiu uma operação complexa de combate às chamas.
O fogo começou em um setor que armazenava insumos utilizados na fabricação de fraldas descartáveis — materiais altamente inflamáveis. A combustão rápida gerou uma intensa nuvem de fumaça densa e tóxica, que pôde ser vista a distância. Funcionários que estavam na empresa no momento do início do incêndio tentaram conter as chamas antes da chegada das equipes especializadas.
Seis viaturas do Corpo de Bombeiros foram enviadas ao local, incluindo unidades de combate direto ao fogo e veículos-tanque, com apoio operacional tanto de Senador Canedo quanto de Goiânia. A operação envolveu cinco linhas de combate direto às chamas e duas linhas de resfriamento, estas destinadas à proteção de cilindros de gás liquefeito de petróleo (GLP), com o objetivo de evitar explosões e impedir que o incêndio se alastrasse para empresas vizinhas.
O local foi totalmente isolado para garantir a segurança dos trabalhadores e das equipes de emergência. Felizmente, de acordo com o comando da operação, não houve registro de vítimas. O fogo foi contido dentro da área da empresa, eliminando o risco de propagação para outras instalações do polo industrial.
Segundo os bombeiros, devido à grande quantidade de material combustível e às condições ambientais desfavoráveis — como a baixa umidade relativa do ar e ventos fortes —, os trabalhos de contenção, rescaldo e monitoramento seguiram ao longo de toda a noite. O incêndio foi confinado no galpão e está sendo realizado o combate direto nas chamas pré-existentes. Até a o fim da tarde de ontem já já haviam sido utilizados em média 600 mil litros de água no combate, 23 militares atuando , 12 viaturas.
As causas do incêndio ainda estão sendo apuradas pelas autoridades responsáveis. A área segue sob monitoramento preventivo para evitar reignições.







