O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (União Brasil), formalizou à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) um pedido para prorrogar o estado de calamidade pública nas finanças do município por mais 180 dias. Com essa medida, o prazo para a implementação de ações emergenciais com o objetivo de equilibrar as finanças municipais seria estendido até o final de 2025.
Em janeiro deste ano, Mabel havia decretado o estado de calamidade financeira após identificar um rombo de R$ 474,5 milhões no orçamento de 2024. O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) havia aprovado a medida, mas com a recomendação de que fosse adotada por um período mais curto. Agora, a prefeitura alega que os seis meses iniciais não foram suficientes para solucionar o problema fiscal e justifica a necessidade de prorrogação para continuar com as medidas corretivas.
O pedido de extensão está sendo analisado pela Alego, que vai avaliar a relevância da prorrogação e os efeitos financeiros dessa medida sobre o município. Se aprovado, o novo período de calamidade permitirá à administração municipal tomar novas ações emergenciais para estabilizar as finanças.
A situação financeira de Goiânia tem sido um ponto de discussão entre os vereadores e os órgãos de controle fiscal. A gestão municipal defende a prorrogação como uma medida fundamental para restaurar o equilíbrio fiscal, enquanto críticos questionam a transparência e a eficácia das ações adotadas até o momento. A Alego deverá decidir sobre o pedido nas próximas sessões, considerando os pareceres técnicos e os argumentos da prefeitura.
Fique atento às atualizações sobre o andamento dessa solicitação e as deliberações da Assembleia Legislativa sobre a prorrogação do estado de calamidade pública em Goiânia.





