A vice-prefeita de Goiânia, tenente-coronel Cláudia Silva Lira (Avante), está em Israel desde o dia 9 de junho, onde participava de um congresso em Beit Bert, cidade universitária próxima a Tel Aviv. Na manhã desta sexta-feira (13), o país entrou em confronto direto com o Irã, levando ao fechamento do espaço aéreo israelense.
Em seu Instagram a vice-prefeita de Goiânia, fez uma postagem em seu story e escreveu ” Durante a madrugada enquanto Israel era alvo de ataques permanecemos por horas em um bunker, segundo os protocolos de segurança as forças de defesa atuaram com rapidez e conseguiram neutralizar todas as ameaças, apesar da tensão estamos bem e protegidos seguimos com fé na paz e no diálogo. ”
Além de Coronel Cláudia, o secretário estadual de Saúde de Goiás, Rasível Santos, também está em Israel, participando de um congresso de lideranças. Ambos seguem sob acompanhamento das autoridades brasileiras para garantir o retorno seguro ao Brasil.
A Prefeitura de Goiânia, por meio do prefeito Sandro Mabel (UB), informou que acionou o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) para monitorar a situação. Segundo Mabel, apesar do fechamento do aeroporto israelense por pelo menos três dias, a vice-prefeita está bem e aguarda a oportunidade para voltar ao país. “Tudo está tranquilo e ela não enfrentou problemas”, destacou o prefeito durante o lançamento do Plano Estratégico de Desenvolvimento Turístico de Goiânia.
Durante a estadia, Coronel Cláudia também participou de treinamentos com integrantes do Mossad, a agência de inteligência e contraterrorismo israelense. Ela compartilhou imagens do bunker onde se refugiou durante os alertas.
O conflito começou após Israel lançar um ataque contra importantes instalações militares e nucleares do Irã, em uma operação denominada “Leão Ascendente”. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu informou que a ofensiva poderá durar vários dias. Em retaliação, o Irã enviou mais de 100 drones para o território israelense, intensificando as tensões na região.
As ações resultaram na morte de altos oficiais iranianos, incluindo Hossein Salami, comandante da Guarda Revolucionária Islâmica, além de cientistas nucleares e civis, conforme reportado pela mídia estatal iraniana.





